16 de junho de 2009
Ao chegar de Moscou, entramos em uma fila interminável chamada "Non U.S. Citizens". Depois de esperar lá por algumas horas, finalmente cheguei ao guichê onde precisava entregar meus documentos. Lá me perguntaram com o que eu iria trabalhar e o que eu estudava no meu país de origem, após o que carimbaram e me deixaram passar.
O aeroporto de Washington é terrivelmente longo. Caminhei em linha reta por 15 ou 20 minutos e ainda não tinha chegado ao fim, então parei em um bar onde nós, rapazes, cansados como cães, nos sentamos para beber algo, já que precisávamos nos ocupar por três horas – o tempo entre os voos.
Na verdade, havia o que fazer no aeroporto: consegui conhecer dois brasileiros e um argentino, um monte de russos, e também fiquei conversando com os vendedores do Duty-Free para começar a me acostumar com a língua americana.
Nosso voo atrasou cerca de três horas devido ao mau tempo. No final, ao entrar no avião, acordei quando já tínhamos pousado, sem ter visto as luzes da Nova York noturna.
