...Senti o espírito daquela famosa liberdade americana quando eu e os meus amigos corríamos num pequeno barco passando pela famosa estátua. À minha volta, os rostos dos outros passageiros passam rapidamente, falam alemão, japonês, riem-se numa língua comum. Na proa do nosso barco, um capitão que parece um bondoso Pai Natal (é igualzinho!). Fala pelo megafone sobre as atrações locais. O seu discurso é constantemente interrompido por «conselhos» amigáveis aos passageiros: «O, nice wind! Everybody say

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